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1. ARQUEOLOGIA DO CORDEL
a) História: a geração Princesa
Leandro Gomes de Barros e a fundação do cordel
Silvino Pirauá de Lima, o poeta enciclopédico
João Martins de Athayde, o mercador da poesia
Francisco das Chagas Batista e a Popular Editora
b) O Pavão Misterioso, divisor de águas
José Camelo, o helicóptero em forma de pássaro
Delarme Monteiro, as torres e o encantamento
Antonio Teodoro, o poeta garimpeiro
Eneias Tavares de Souza, de realidade e ficção
c) Cordel e outras artes
Manoel Camilo, Wladimir Carvalho e Orígenes Lessa: ecos de São Saruê
Leandro Gomes de Barros, José de Alencar e Luís Jardim: o boi misterioso
Azulão, Ariano Suassuna e Guel Arraes: os compadecidos
Pedro Monteiro, Homero Fonseca e Ciro Fernades: romances e madeiras
2. LITERARIEDADE DO CORDEL
a) Conceitos fundamentais do cordel
Métrica, ritmo, rima, estrofação
Cordel e lírica
Cordel e épica
Cordel e drama
b) As adaptações em cordel
Memórias póstumas de Brás Cubas, de Varneci Nascimento
O corcunda de Notre Dame, de João Gomes de Sá
A megera domada, de Marco Haurélio
O alienista, de Rouxinol do Rinaré
Os miseráveis, de Klévisson Viana
c) Erros, equívocos e falácias sobre o cordel
Cordel e repente: um erro concertável
Cordel e xilogravura: um erro acadêmico
Cordel e cantoria: equívoco modal
O cordel brasileiro e o cordel português: distâncias de além-mar
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